CICLO Palestras ajudam servidores a conhecer mais sobre a ALE-RR e a lidar com desafios diários

Um ciclo de palestras voltado para os servidores da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) que trabalham no Centro de Convivência da Juventude (CCJuv) marca a atuação do órgão que vê o servidor como essencial para o bom desempenho das atividades que são ofertadas gratuitamente para a população.

As palestras com temas relevantes auxiliam no dia a dia dos servidores na condução dos trabalhos, aprendendo a equilibrar a vida profissional e pessoal. Desde 7 dezembro, os colaboradores se reúnem para ouvir, tirar dúvidas e absorver mais conhecimento.

O encerramento contou com a participação da presidente da Assepol (Associação dos Servidores do Poder Legislativo), Adriana Cruz, que apresentou a entidade que propicia inúmeros benefícios aos associados, que vão desde lazer a convênios com diversos segmentos econômicos e sociais.

Na condição de servidora efetiva da Casa Legislativa, Adriana Cruz destacou que “esse momento de interação entre a Assembleia Legislativa e os servidores da Superintendência de Programas Especiais, o maior braço social da Casa, é importante porque o servidor está sendo lembrado, além de ser uma oportunidade para conhecer e interagir com os colegas”.

O encerramento do ciclo de palestras contou também com a presença da psicóloga Arieche Silva Lima, que abordou o tema Saúde Mental no Trabalho, um assunto que precisa ser tratado para desmistificar certas realidades, como a expectativa de não vivenciar estresse e as eventuais crises do cotidiano.

Como dica, Arieche ressaltou que é preciso repensar as expectativas que se tem em relação à atividade desempenhada, entender que há limites das atividades e do próprio corpo. E quando se percebe que há inúmeras tarefas a realizar, mas o corpo e a mente estão estafados, ela orienta que essa é a hora de buscar ajuda.

“Quando o trabalhador se sente exausto, seja física ou mentalmente, não precisa tentar resolver ou encontrar as saídas sozinho. É hora de procurar um profissional de saúde, em especial uma psicóloga, para conseguir perceber certas coisas que sozinho é difícil”, sugeriu.

Texto: Marilena Freitas

Foto: Alfredo Maia

SupCom ALE-RR

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